A MODELO E PILOTO CARMEN JORDÁ

O sonho de qualquer piloto é chegar na Fórmula 1. E isso independe do sexo. Nesta sexta, seis garotas tiveram a chance de participar de um teste na equipe Campos, da Fórmula 3.
No entanto, o olhar de todas estava mais à frente. O evento contou mais como um desafio, já que a melhor será escolhida para integrar a escuderia e poderá, no futuro, acabar justamente na F-1.
As escolhidas para pilotarem o Dallara F306, em Valência (ESP), foram as espanholas Carmen Jordá e María de Villota, as suíças Natacha Gachnang e Simona de Silvestro, a tcheca Lucie Panackova e a italiana Alessandra Neri.
No entanto, o olhar de todas estava mais à frente. O evento contou mais como um desafio, já que a melhor será escolhida para integrar a escuderia e poderá, no futuro, acabar justamente na F-1.
As escolhidas para pilotarem o Dallara F306, em Valência (ESP), foram as espanholas Carmen Jordá e María de Villota, as suíças Natacha Gachnang e Simona de Silvestro, a tcheca Lucie Panackova e a italiana Alessandra Neri.

SITE OFICIAL: http://www.carmenjorda.com
A ESPANHOLA CARMEN JORDÁ, 19 ANOS, COMPETÊNCIA NO VOLANTE
A iniciativa, na verdade, não partiu apenas da equipe, que teve o apoio da Pepe Jeans, uma marca de roupas européia. O plano é que a melhor fique na F-3 e passe pela GP2, que funciona como uma espécie de categoria de acesso à F-1.
Se a beleza das garotas é o que chama a atenção, é importante saber que o currículo também contou.
Em 2007, Carmen foi quarta na Copa de Espanha de F-3 e María correu uma prova na WTCC, de turismo, por exemplo. Já Alessandra se divide entre as carreiras de modelo e piloto na Fórmula Azzurra.
Na sexta-feira, a melhor do dia foi Simona de Silvestro, segunda entre todos os pilotos que testaram. O espanhol Marc Gené, piloto de testes da Ferrari, foi responsável por supervisionar e passar experiência às candidatas.
A F-1 já tentou colocar mulheres na categoria, mas não teve sucesso.
A italiana Lella Lombardi, por exemplo, fez 17 provas na década de 70 e foi a única a pontuar, com uma sexta colocação em 1975. A última participação foi de Giovanna Amati, também italiana, em 1992 – ela não conseguiu classificar sua Brabham nas três etapas em que correu.

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