quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

TRIBUTO A ZÉ DO PRATO

SEGUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUURA PEEEEEEEEEEEÃÃÃOOOOOOOOO



José Antonio de Souza (Zé do Prato)Nasceu em Regente Feijó no dia 27/04/48.
Foi o maior locutor de rodeio do Brasil.Faleceu no dia 27/01/92 em Piracicaba.
O Anjo Negro, O Grande pai do rodeio ensinou, pelo seu talento com humildade e credibilidade, ao Brasil amar e respeitar o rodeio.O sucesso do rodeio deve-se ao Zé do Prato. Ele conquistou o povo brasileiro e fez com que gostassem do rodeio. A maneira de falar, o jeito de brincar e fazer amizade atraía muitas pessoas.
Zé do Prato: saudoso inventor da expressão "segura, peão!", considerado o maior locutor de rodeio de todos os tempos
Sua estrondosa voz animava o público e dava garra aos peões.Somente ele conseguiu tocar no fundo das emoções, transformando a disputa entre homem e animal em uma majestosa dança. O Anjo Negro tinha o poder de transformar os cowboys em deuses e os animais em titãs.Além das locuções, Zé se preocupava com todas outras áreas do rodeio. Sempre era um dos primeiros a chegar e já verificava tudo, desde os barraqueiros até os artistas famosos. Para ele, tudo tinha que estar perfeito. Hoje, muitos agradecem a Zé do Prato pelo crescimento do rodeio no Brasil. Mas um dia a sua voz calou e o povo das arenas chorou a perda do mestre. Até hoje as suas frases são faladas pelos locutores, que na verdade,são as sementes que ele plantou pelo Brasil.


Fonte retirada do Museu nacional do Zé Do Prato


PERSONALIDADE DO MÊS: ORLANDO


PERSONALIDADE DO MÊS DE JANEIRO: ORLANDO PEDROSO JUNIOR
Orlando Pedroso Junior, é iracemapolense, nascido em 16 de janeiro de 1975.
É Formado em Educação Fisica pela Faculdade Einstein de Limeira, e seu time do coração é o Palmeiras.
É professor Educação Física e de Judô, e esportes radicais, tendo experiência em academias como personal trainner.
Interessados em seus serviços basta contactá-lo por e-mail: junior_educadorfisico@yahoo.com.br
O Orlando adora de verdade aventuras e escotismo, e o Senhor dos Aneis é um dos seus filmes preferidos. O nome elfico dele é Amrod Tasardur Eledhwen.
Orlando agradeçe a Deus e a seus pais pela oportunidade que teve de se formar como professor .
Quem quiser conhecer melhor o Orlando é só ler os depoimentos que escreveram sobre ele no orkut, o profile do orkut dele é:
E o profile da comunidade que fizeram para ele:

PIRATAS





  • Piratas Primitivos



Os oceanos foram uma grande ajuda para o comércio, pois o comércio marítimo, era rápido e fácil, ao contrário do comércio terrestre. Por isso, os comerciantes preferiam as vias marítimas. Como a mercadoria passou a ser entregue por via marítima, por comerciantes que seguiam junto à costa e sem bússolas, os primeiros piratas começaram a atacar embarcações. A primeira actividade pirata registada data do início do séc. VII a.C., no mar Egeu. Nesta época, o rei assírio Sennacherib tentou expulsar alguns piratas da foz do Golfo Pérsico. Alexandre, o Grande, tentou, embora sem êxito, expulsar de todo o mar Mediterrâneo, os piratas. No ano 67 a.C., Pompeu, general romano, mandou milhares de homens exterminar os piratas, e até conseguiram exterminar um grande número deles, embora no séc. I d.C., o imperador Trajano ainda tentava arranjar planos para se livrar dos piratas. À medida que o crescimento económico europeu ía aumentando, com ele aumentava também, o número de piratas.







  • Era Dourada da Pirataria



Esta era estende-se desde 1660 até 1730, devido à comercialização de mercadoria via marítima, entre vários locais. Desde as riquezas do Novo Mundo, que eram transportadas em caravelas comandadas por portugueses ou espanhóis do Brasil à Península Ibérica, até à mercadoria transportada no mar das Caraíbas. Alguns piratas ficaram com o seu nome na história, tal como Edward Teach, mais conhecido por Barba Negra. Mas, a pirataria não era só um problema europeu e americano: as embarcações de Xangai até Singapura, de Vietname ao Japão e à China, e até as embarcações não muçulmanas da costa norte de África eram alvos de Corso*. Enquanto os mapas se tornavam cada vez mais disponíveis, a actividade pirata aumentava. A pirataria continua nos dias de hoje e, embora já muito reduzida, é um problema internacional.






PIRATAS FAMOSOS E SUAS BANDEIRAS



Cada capitão pirata tinha a sua bandeira pirata, ou uma versão melhorada de outra já criada. Das bandeiras mais conhecidas do mundo, estão as Jolly Roger, que são as bandeiras piratas. Existem várias teorias acerca da sua criação. Uma delas, é que ela já foi chamada por Joli Rouge (Vermelho Bonito, em francês), e depois foi alterado para Jolly Roger, possível pois as bandeiras de fundo preto eram as mais comuns, mas também eram usadas bandeiras de fundo vermelho. Outra teoria, é que, esta já foi tratada por Old Roger, que era usada na altura para referir o diabo. E ainda outra: a de que a Jolly Roger pudesse estar relacionada com os Cavaleiros Templários (famosa ordem militar), pois estes usavam uma bandeira de fundo vermelho com tíbias cruzadas quando adoptaram a forma de vida pirata, depois de a sua ordem ter sido dissolvida em 1312, por suspeita de heresia, pelo Papa Clemente V.




Bartholomew Roberts (Bart, o Negro)



Bartholomew Roberts, referido também como "O Grande Pirata Roberts" ou "Bart, o Negro", viajou pela costas Norte e Sul Americanas. A sua reputação cresceu tanto porque ele guardava navios ancorados na Índia Ocidental onde, relutatemente se envolviam com ele, e ainda saiam do seu trajecto marítimo para evitar batalhas. Roberts ficou conhecido como um homem alto, negro, atrativo e corajoso. Ele vestia casacos de mercadores ricos, um chapéu com uma pena vermelha, e um diamante cruzado segurado por uma corrente de ouro à volta do seu pescoço. No "tempo de acção", ele levava dois pares de pistolas no fim de uma bandoleira. Roberts morreu numa batalha naval na costa africana.



A sua bandeira representa uma imagem de si próprio segurando uma espada a arder numa mão, e uma pequena espada na outra. Os seus pés estão em cima de duas caveiras humanas. Numa delas, encontram-se as iniciais AMH de "A Marinican’s Head" (A Cabeça de um Martinicano), e na outra ABH de "A Barbadian Head" (A Cabeça de um Barbádio).





Edward England



Edward Engalnd (o seu nome verdadeiro era Edward Seeger) era um oficial, até se tornar Capitão de uma corveta jamaicana, depois de esta ter sido capturada por piratas, onde ainda trocou o seu apelido. Começou por pilhar e saquear no mar das Caraíbas e no Oceano Índico. Trocou depois, a corveta por uma navio maior, e deu-lhe o nome de Pearl (Pérola), em 1719. Foi então navegar para as águas de Madagáscar, depois de ter capturado duas dúzias de navios, mas foi esse o seu fim. Eles encontraram três navios, que fugiram, excepto o navio comandado por James Macrae. Os piratas venceram, e ficaram com a vida de Macrae nas mãos, mas não o mataram, pois Edward England não o permitiu. Isso enfureceu a tripulação, que se revoltou, abandonando-o na Ilha Maurícias.



Esta é uma das mais famosas bandeiras piratas: uma caveira humana e as tíbias cruzadas, em fundo negro.





Edward Teach (Barba Negra)


Edward Teach, mais conhecido por Barba Negra (Blackbeard em inglês), tinha fama pela sua crueldade, pois metia tanto medo, que todos desistiam assim que o vissem ou que avistassem a sua bandeira. E mais! Até a sua tripulação o temia!!! Ele nasceu em Bristol, em 1688, e vivia na Inglaterra antes de ser pirata. Tinha uma aparência aterrorizadora, pois, por exemplo, levava sempre um archote aceso (usado para disparar canhões) debaixo do chapéu para a batalha. Transportava normalmente, dois cintos de armas, cada com três coldres de pistola. A sua crueldade morreu com ele em 1718, às mãos do Tenente Robert Maynard.




A sua bandeira simboliza o diabo com um arpão na mão esquerda apontando para o coração, enquanto segura uma ampulhenta com a mão direita. Esses fatores indicavam ao capitão que seria abordado que o tempo acabou e que se não quisessem morrer que se entreguem.






Emanuel Wynn

Emanuel Wynn (ou Emanuel Wynne), um pirata francês de 1700, foi o primeiro bucaneiro a mostrar a hoje conhecida bandeira pirata, também chamada de Jolly Roger. (...) A Bristish Admiralty Records, em Public Records Office na apresentação do Reino Unido, mostrou numa reportagem datada a 18 de Julho de 1700, que HMS Poole, a comando do Capitão John Cranby, tirou os navios de Wynn das ilhas de Cabo Verde. Cranby perseguiu Wynn até uma cova na ilha Brava mas, auxiliado por soldados portugueses, Wynn escapou de Poole. Maior parte dos historiadores estão de acordo que os relatos de Cranby são a primeira referência à Jolly Roger, à qual Cranby descreve como "uma flâmula sombria, com uma cabeça de um morto, com ossos cruzados e uma ampulheta." Acredita-se que Wynne foi o primeiro pirata (algumas fontes consideram-no um dos primeiros piratas) a mostrar a, agora famosa, forma de uma Jolly Roger. (...) Wynn começou a sua carreira de pirata abordando navios mercantes ingleses ao largo da costa da Provincía de Carolina perto do fim do século XVII. Ele depois mudou-se para áreas mais lucrativas das Caraíbas, atacando navios espanhóis e ingleses.


Na sua bandeira encontramos uma caveira com tíbias cruzadas atrás e ainda uma ampulheta, que significa que quem avistar a bandeira, só terá mais algum tempo de vida.











John Rackham (Calico Jack)


Tem como alcunha Calico Jack, pois usava roupas feitas em calicó (calico em inglês). Ele é apenas reconhecido por estar associado com as duas melhores piratas femininas de sempre: Anne Bonny e Mary Read.


A bandeira com uma caveira e os alfangues cruzados é mais famosa que Jack

























































terça-feira, 1 de janeiro de 2008

SÃO SILVESTRE 2007



Cheruiyot fica surpreso com facilidade na vitória

Com um minuto de diferença em relação ao segundo colocado, o queniano Robert Cheruiyot disse que não esperava tanta facilidade em sua volta a São Silvestre. Nesta segunda-feira, ele conquistou o tricampeonato (ele havia vencido em 2002 e 2004) da prova após ter ficado de fora de 2006 por conta de uma contusão.




"Não esperava ganhar dessa forma. Desde o início, eu me encontrei bem na prova e corri fácil apesar do forte calor", contou o queniano, para quem um ano de ausência não foi o suficiente para perder a familiaridade com a prova e com a subida da Avenida Brigadeiro Luís Antônio.
"Eu lembrava que tinha uma parte difícil no final, mas resolvi arriscar porque estava me sentindo bem na prova. Mas não tive tantos problemas como nos outros anos", completou o queniano, que promete voltar a competir na São Silvestre no próximo ano.
Cheruiyot ainda disse que esperava uma melhor corrida do brasileiro Franck Caldeira. Ainda sem saber que o rival havia abandonado a prova, o queniano afirmou que via no brasileiro o maior adversário para conquistar a São Silvestre.
"Fiquei surpreso, porque ele parecia em muita boa forma. Os técnicos me avisaram que ele seria um grande adversário, por isso estranhei sua ausência entre os primeiros", completou.
Para finalizar, Cheruiyot disse que a largada feminina 15 minutos antes da masculina, utilizada pela primeira vez nesta edição, está aprovada. A novidade fez com que o queniano cruzasse a linha de chegada antes da vencedora feminina, a sua compatriota Alice Timbilili. É bom porque sempre tem alguém na frente para servir de referência", explicou.



Campeã, Timbilili destaca dificuldade da São Silvestre


Após ter vencido a prova da São Silvestre em sua estréia na prova, a queniana Alice Timbilili disse que estranhou a dificuldade do percurso de 15km pelas ruas de São Paulo. Mesmo assim, ela venceu a prova com certa facilidade nesta segunda-feira, com 29 segundos de vantagem para a brasileira Marizete Rezende.

"Eu achei o percurso muito difícil, com muitas subidas descidas. O final (a subida da Brigadeiro) é muito desgastante, mas eu estava preparada para vencer aqui", disse a queniana, que era apontada pelas próprias brasileiras como a principal favorita.
Timbilili ainda disse que ficou impressionada com o calor, mas ressaltou que ganhou confiança durante a prova. "Estava muito calor, mas me senti bem durante a prova. Nos primeiros cinco quilômetros andei com as outras atletas, mas depois consegui disparar", afirmou.
A queniana, no entanto, disse que o desempenho de uma brasileira foi fundamental para a sua vitória. No trecho final da prova, Marizete Rezende ameaçou encostar na campeã, o que acelerou o ritmo de Timbilili.
"Quando chegou mais perto, ela me empurrou para a chegada", conta a queniana que encerra um ano de ótimo resultados. "Fico feliz por logo na estréia ter me dado bem aqui", finalizou.



CARMEN: A MUSA DO AUTOMIBILISMO

A MODELO E PILOTO CARMEN JORDÁ




O sonho de qualquer piloto é chegar na Fórmula 1. E isso independe do sexo. Nesta sexta, seis garotas tiveram a chance de participar de um teste na equipe Campos, da Fórmula 3.
No entanto, o olhar de todas estava mais à frente. O evento contou mais como um desafio, já que a melhor será escolhida para integrar a escuderia e poderá, no futuro, acabar justamente na F-1.
As escolhidas para pilotarem o Dallara F306, em Valência (ESP), foram as espanholas Carmen Jordá e María de Villota, as suíças Natacha Gachnang e Simona de Silvestro, a tcheca Lucie Panackova e a italiana Alessandra Neri.





SITE OFICIAL: http://www.carmenjorda.com

A ESPANHOLA CARMEN JORDÁ, 19 ANOS, COMPETÊNCIA NO VOLANTE





A iniciativa, na verdade, não partiu apenas da equipe, que teve o apoio da Pepe Jeans, uma marca de roupas européia. O plano é que a melhor fique na F-3 e passe pela GP2, que funciona como uma espécie de categoria de acesso à F-1.
Se a beleza das garotas é o que chama a atenção, é importante saber que o currículo também contou.
Em 2007, Carmen foi quarta na Copa de Espanha de F-3 e María correu uma prova na WTCC, de turismo, por exemplo. Já Alessandra se divide entre as carreiras de modelo e piloto na Fórmula Azzurra.
Na sexta-feira, a melhor do dia foi Simona de Silvestro, segunda entre todos os pilotos que testaram. O espanhol Marc Gené, piloto de testes da Ferrari, foi responsável por supervisionar e passar experiência às candidatas.
A F-1 já tentou colocar mulheres na categoria, mas não teve sucesso.
A italiana Lella Lombardi, por exemplo, fez 17 provas na década de 70 e foi a única a pontuar, com uma sexta colocação em 1975. A última participação foi de Giovanna Amati, também italiana, em 1992 – ela não conseguiu classificar sua Brabham nas três etapas em que correu.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

CORRIDA DE SÃO SILVESTRE



HISTÓRIA

Cásper Líbero, um milionário que fez fortuna no início do século XX no setor de imprensa, é o idealizador e fundador do evento. Sua idéia original era utilizar a corrida como meio de promoção de seu jornal. Em 1928, ano da quarta edição do evento, Líbero fundou um dos primeiros periódicos dedicados exclusivamente ao esporte no país, a “Gazeta Esportiva”, que a partir de então passou a ser a organizadora e patrocinadora oficial do evento, condição que detém até os dias atuais. A corrida tornar-se-ia o principal meio de publicidade daquela publicação esportiva.
A primeira edição da corrida foi realizada em
31 de dezembro de 1925, pelo que a edição de 2004 marca a 80º aniversário do evento. Dado importante é o fato de que, ao contrário de outros eventos desportivos tão ou mais antigos, a Corrida de São Silvestre jamais deixou de realizar-se, nem mesmo durante a Segunda Guerra Mundial.




Originalmente restrita a homens, o regulamento original da competição também previa a participação exclusiva de cidadãos da cidade de São Paulo. Nos anos seguintes, corredores de outras partes do país foram aceitos ao evento, mas somente em 1941 a corrida seria vencida por um corredor de fora do estado de São Paulo: José Tibúrcio dos Santos, de Minas Gerais. Nesta época, a participação de estrangeiros era proibida. É preciso salientar que a regra bania a vinda de atletas do estrangeiro para participar, mas não impedia que estrangeiros residentes na cidade de São Paulo (imigrantes) participassem. Nesse contexto, um italiano, Heitor Blasi, foi o único estrangeiro a vencer a prova antes de 1947. Em 1945 foi liberada a participação de estrangeiros, mas apenas para corredores convidados provenientes de outros países da América do Sul. O sucesso das duas primeiras “edições internacionais”, no entanto, levou os organizadores a liberarem a participação de corredores de todo o mundo a partir de 1947. Este ano marcou o início de período de 34 anos durante o qual nenhum brasileiro venceria a prova, o que se encerrou somente quando José João da Silva, de Pernambuco, venceu a edição de 1980 (feito que repetiria em 1985).




A corrida permaneceria restrita a homens até 1975, quando as Nações Unidas declararam aquele ano como “Ano Internacional da Mulher”. Os organizadores da São Silvestre aproveitaram o momento para realizar a primeira corrida feminina no mesmo ano. O evento feminino começou já com livre participação internacional, e a primeira vitória brasileira ocorreria somente na 20ª edição da prova, quando Carmem Oliveira venceu, em 1995.
Em
1993, realizou-se a primeira maratona infantil, denominada “São Silvestrinha”, como evento unissex.




Até 1988, a corrida era realizada à noite, geralmente iniciando-se às 23:30, de forma que os primeiros classificados cruzavam a linha de chegada por volta da meia-noite, mas o ano de 1989 foi marcado por sensíveis modificações no formato do evento. O objetivo era cumprir as determinações da Federação de Atletismo. O horário de início da corrida foi alterado, passando às 15 horas para mulheres e às 17 horas para homens; e a distância a ser percorrida, que variava quase que anualmente (geralmente entre 6,5 e 8,8 km) foi definitivamente fixada em 15 km, o mínimo exigido pela Federação de Atletismo. Naquele mesmo ano de 1989, a São Silvestre foi oficialmente reconhecida e incluída no calendário internacional da Federação.






Crescimento e prestígio


Na primeira edição do evento, em

1925, 60 pessoas preencheram o formulário de inscrição para participar do evento, mas apenas 48 compareceram no local e horário marcados para o evento. Desses, apenas 37 foram oficialmente classificados, pois o regulamento da época exigia que todos os corredores cruzassem a linha de chegada em no máximo 3 minutos após a chegada do vencedor para que fossem classificados no quadro oficial da prova.
Em 2004, 13 mil homens e 2 mil mulheres participaram em seus respectivos eventos.
Apesar de ter sido aberto à participação internacional já em 1945, a São Silvestre adquiriu fama no calendário do atletismo internacional apenas em
1953, quando o corredor mais famoso da época (e, possivelmente, de todos os tempos), Emil Zatopek, participou e venceu a corrida. Nas últimas duas décadas, quase todos os principais corredores de longa distância do mundo (com a notável exceção de Haile Gebrselassie, da Etiópia) participaram da São Silvestre pelo menos uma vez.
O maior vencedor de todos os tempos é, no momento,
Paul Tergat, do Quênia, que venceu a prova 5 vezes (1995, 1996, 1998, 1999 e 2000). Tergat também detém o recorde para a atual distância de 15 km, marcado já em sua primeira participação no evento, de 43 minutos e 12 segundos.
Vencer a Corrida de São Silvestre representa fama instantânea no Brasil. Em decorrência de seus resultados, Paul Tergat tornou-se uma das mais conhecidas personalidades
africanas no país.

RELAÇÃO DE TODOS OS CAMPEÕES


Prova Masculina


2006
Franck Caldeira
Brasil


2005
Marilson Gomes dos Santos
Brasil


2004
Robert Cheruiyot
Quênia

2003
Marílson Gomes dos Santos
Brasil

2002
Robert Cheruiyot
Quênia

2001
Tesfaye Jifar
Etiópia


2000
Paul Tergat
Quênia

1999
Paul Tergat
Quênia

1998
Paul Tergat
Quênia

1997
Émerson Iser Bem
Brasil

1996
Paul Tergat
Quênia

1995
Paul Tergat
Quênia

1994
Ronaldo Costa
Brasil

1993
Simon Chemwoyo
Quênia

1992
Simon Chemwoyo
Quênia

1991
Arturo Barrios
México

1990
Arturo Barrios
México

1989
Rolando Vera
Equador


1988
Rolando Vera
Equador


1987
Rolando Vera
Equador

1986
Rolando Vera
Equador

1985
José João da Silva
Brasil

1984
Carlos Lopes
Portugal

1983
João da Mata
Brasil

1982
Carlos Lopes
Portugal

1981
Victor Mora
Colômbia


1980
José João da Silva
Brasil

1979
Herb Lindasy
Estados Unidos


1978
Radhouane Bouster
França

1977
Domingo Tibaduiza
Colômbia


1976
Edmundo Warnke
Chile

1975
Victor Mora
Colômbia


1974
Rafael Angel Perez
Costa Rica


1973
Victor Mora
Colômbia


1972
Victor Mora
Colômbia


1971
Rafael Tadeo Palomares
México

1970
Frank Shorter
Estados Unidos


1969
Juan Martinez
México


1968
Gaston Roelants
Bélgica


1967
Gaston Roelants
Bélgica

1966
Alvaro Mejia Flores
Colômbia


1965
Gaston Roelants
Bélgica


1964
Gaston Roelants
Belgica

1963
Henry Clerckx
Belgica

1962
Hamoud Ameur
França

1961
Martin Hyman
Inglaterra


1960
Osvaldo Suarez
Argentina

1959
Osvaldo Suarez
Argentina


1958
Osvaldo Suarez
Argentina

1957
Manoel Faria
Portugal

1956
Manoel Faria
Portugal

1955
Kenneth Norris
Inglaterra


1954
Franjo Mihalic
Iugoslávia

1953
Emil Zatopek
Eslováquia

1952
Franjo Mihalic
Iugoslávia

1951
Erik Krucziky
Alemanha

1950
Lucien Theys
Bélgica

1949
Viljo Heino
Finlândia

1948
Raul Inostroza
Chile

1947
Oscar Moreira
Uruguai

1946
Sebastião Alves Monteiro
Brasil

1945
Sebastião Alves Monteiro
Brasil


1944
Joaquim Gonçalves da Silva
Brasil


1943
Joaquim Gonçalves da Silva
Brasil


1942
Joaquim Gonçalves da Silva
Brasil


1941
José Tibúrcio dos Santos
Brasil


1940
Antônio Alves
Brasil

1939
Luiz Del Greco
Brasil


1938
Armando Martins
Brasil

1937
Mario de Oliveira
Brasil


1936
Mario de Oliveira
Brasil


1935
Nestor Gomes
Brasil


1934
Alfredo Carletti
Brasil


1933
Nestor Gomes
Brasil


1932
Nestor Gomes
Brasil


1931
José Agnello
Brasil

1930
Murilo de Araújo
Brasil

1929
Heitor Blasi
Itália

1928
Salim Maluf
Brasil

1927
Heitor Blasi
Itália

1926
Jorge Mancebo
Brasil


1925
Alfredo Gomes
Brasil






Prova Feminina


2006

Lucélia Peres
Brasil


2005
Olivera Jevtic
Iugoslávia


2004

Lydia Cheromei
Quênia

2003
Margaret Okayo
Quênia

2002
Marizete de Paula Rezende
Brasil


2001
Maria Zeferina Baldaia
Brasil

2000
Lydia Cheromei
Quênia

1999
Lydia Cheromei
Quênia

1998
Olivera Jevtic
Iugoslávia


1997
Martha Thenório
Equador


1996
Roseli Machado
Brasil

1995
Carmem Oliveira
Brasil

1994
Derartu Tulu
Etiópia


1993
Hellen Kimayio
Quênia


1992
Maria Del Carmen Diaz
México


1991
Maria Luisa Servin
México


1990
Maria Del Carmen Diaz
México

1989
Maria Del Carmen Diaz
México

1988
Aurora Cunha
Portugal


1987
Martha Thenório
Equador

1986
Rosa Mota
Portugal


1985
Rosa Mota
Portugal

1984
Rosa Mota
Portugal

1983
Rosa Mota
Portugal

1982
Rosa Mota
Portugal

1981
Rosa Mota
Portugal

1980
Heide Hutterer
Alemanha

1979
Dana Slater
Estados Unidos

1978
Dana Slater
Estados Unidos


1977
Loa Olafsson
Dinamarca

1976
Christa Valensieck
Alemanha


1975
Christa Valensieck
Alemanha

domingo, 30 de dezembro de 2007

ASSAULT THRASH METAL

ASSAULT








Banda formada em meados de 2006,aqui no Bate-Pau tocando Thrash metal,sem frescuras,com objetivo de alucinar os Cérebros dos Headbangers com muitos riffs alucinantes,Vocais Atômicos e aquela levada estigante de bateria,também queremos resgatar a velha sonoridade e atitude que foi perdida com o decorrer dos anos.

Influências:Slayer,Metallica,vioLence,Exodus,Sepultura,Destruction,Exumer,Kreator,Assassin...



Formação atual:

Perci:Guitar/vocals



Juninho Mad:Guitar



Skenk:Drums



André:Bass


PERCI




"Atualmente estamos ensaiando pra cacete e terminando de compor nossa demo,com objetivo de logo em seguida Sair por ai espalhando a tosqueira e a Insanidade"














THRASH NEVER DIE!!!!!
COMUNIDADE DA BANDA ASSAULT NO ORKUT
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