quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

TRIBUTO A ZÉ DO PRATO

SEGUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUURA PEEEEEEEEEEEÃÃÃOOOOOOOOO



José Antonio de Souza (Zé do Prato)Nasceu em Regente Feijó no dia 27/04/48.
Foi o maior locutor de rodeio do Brasil.Faleceu no dia 27/01/92 em Piracicaba.
O Anjo Negro, O Grande pai do rodeio ensinou, pelo seu talento com humildade e credibilidade, ao Brasil amar e respeitar o rodeio.O sucesso do rodeio deve-se ao Zé do Prato. Ele conquistou o povo brasileiro e fez com que gostassem do rodeio. A maneira de falar, o jeito de brincar e fazer amizade atraía muitas pessoas.
Zé do Prato: saudoso inventor da expressão "segura, peão!", considerado o maior locutor de rodeio de todos os tempos
Sua estrondosa voz animava o público e dava garra aos peões.Somente ele conseguiu tocar no fundo das emoções, transformando a disputa entre homem e animal em uma majestosa dança. O Anjo Negro tinha o poder de transformar os cowboys em deuses e os animais em titãs.Além das locuções, Zé se preocupava com todas outras áreas do rodeio. Sempre era um dos primeiros a chegar e já verificava tudo, desde os barraqueiros até os artistas famosos. Para ele, tudo tinha que estar perfeito. Hoje, muitos agradecem a Zé do Prato pelo crescimento do rodeio no Brasil. Mas um dia a sua voz calou e o povo das arenas chorou a perda do mestre. Até hoje as suas frases são faladas pelos locutores, que na verdade,são as sementes que ele plantou pelo Brasil.


Fonte retirada do Museu nacional do Zé Do Prato


PERSONALIDADE DO MÊS: ORLANDO


PERSONALIDADE DO MÊS DE JANEIRO: ORLANDO PEDROSO JUNIOR
Orlando Pedroso Junior, é iracemapolense, nascido em 16 de janeiro de 1975.
É Formado em Educação Fisica pela Faculdade Einstein de Limeira, e seu time do coração é o Palmeiras.
É professor Educação Física e de Judô, e esportes radicais, tendo experiência em academias como personal trainner.
Interessados em seus serviços basta contactá-lo por e-mail: junior_educadorfisico@yahoo.com.br
O Orlando adora de verdade aventuras e escotismo, e o Senhor dos Aneis é um dos seus filmes preferidos. O nome elfico dele é Amrod Tasardur Eledhwen.
Orlando agradeçe a Deus e a seus pais pela oportunidade que teve de se formar como professor .
Quem quiser conhecer melhor o Orlando é só ler os depoimentos que escreveram sobre ele no orkut, o profile do orkut dele é:
E o profile da comunidade que fizeram para ele:

PIRATAS





  • Piratas Primitivos



Os oceanos foram uma grande ajuda para o comércio, pois o comércio marítimo, era rápido e fácil, ao contrário do comércio terrestre. Por isso, os comerciantes preferiam as vias marítimas. Como a mercadoria passou a ser entregue por via marítima, por comerciantes que seguiam junto à costa e sem bússolas, os primeiros piratas começaram a atacar embarcações. A primeira actividade pirata registada data do início do séc. VII a.C., no mar Egeu. Nesta época, o rei assírio Sennacherib tentou expulsar alguns piratas da foz do Golfo Pérsico. Alexandre, o Grande, tentou, embora sem êxito, expulsar de todo o mar Mediterrâneo, os piratas. No ano 67 a.C., Pompeu, general romano, mandou milhares de homens exterminar os piratas, e até conseguiram exterminar um grande número deles, embora no séc. I d.C., o imperador Trajano ainda tentava arranjar planos para se livrar dos piratas. À medida que o crescimento económico europeu ía aumentando, com ele aumentava também, o número de piratas.







  • Era Dourada da Pirataria



Esta era estende-se desde 1660 até 1730, devido à comercialização de mercadoria via marítima, entre vários locais. Desde as riquezas do Novo Mundo, que eram transportadas em caravelas comandadas por portugueses ou espanhóis do Brasil à Península Ibérica, até à mercadoria transportada no mar das Caraíbas. Alguns piratas ficaram com o seu nome na história, tal como Edward Teach, mais conhecido por Barba Negra. Mas, a pirataria não era só um problema europeu e americano: as embarcações de Xangai até Singapura, de Vietname ao Japão e à China, e até as embarcações não muçulmanas da costa norte de África eram alvos de Corso*. Enquanto os mapas se tornavam cada vez mais disponíveis, a actividade pirata aumentava. A pirataria continua nos dias de hoje e, embora já muito reduzida, é um problema internacional.






PIRATAS FAMOSOS E SUAS BANDEIRAS



Cada capitão pirata tinha a sua bandeira pirata, ou uma versão melhorada de outra já criada. Das bandeiras mais conhecidas do mundo, estão as Jolly Roger, que são as bandeiras piratas. Existem várias teorias acerca da sua criação. Uma delas, é que ela já foi chamada por Joli Rouge (Vermelho Bonito, em francês), e depois foi alterado para Jolly Roger, possível pois as bandeiras de fundo preto eram as mais comuns, mas também eram usadas bandeiras de fundo vermelho. Outra teoria, é que, esta já foi tratada por Old Roger, que era usada na altura para referir o diabo. E ainda outra: a de que a Jolly Roger pudesse estar relacionada com os Cavaleiros Templários (famosa ordem militar), pois estes usavam uma bandeira de fundo vermelho com tíbias cruzadas quando adoptaram a forma de vida pirata, depois de a sua ordem ter sido dissolvida em 1312, por suspeita de heresia, pelo Papa Clemente V.




Bartholomew Roberts (Bart, o Negro)



Bartholomew Roberts, referido também como "O Grande Pirata Roberts" ou "Bart, o Negro", viajou pela costas Norte e Sul Americanas. A sua reputação cresceu tanto porque ele guardava navios ancorados na Índia Ocidental onde, relutatemente se envolviam com ele, e ainda saiam do seu trajecto marítimo para evitar batalhas. Roberts ficou conhecido como um homem alto, negro, atrativo e corajoso. Ele vestia casacos de mercadores ricos, um chapéu com uma pena vermelha, e um diamante cruzado segurado por uma corrente de ouro à volta do seu pescoço. No "tempo de acção", ele levava dois pares de pistolas no fim de uma bandoleira. Roberts morreu numa batalha naval na costa africana.



A sua bandeira representa uma imagem de si próprio segurando uma espada a arder numa mão, e uma pequena espada na outra. Os seus pés estão em cima de duas caveiras humanas. Numa delas, encontram-se as iniciais AMH de "A Marinican’s Head" (A Cabeça de um Martinicano), e na outra ABH de "A Barbadian Head" (A Cabeça de um Barbádio).





Edward England



Edward Engalnd (o seu nome verdadeiro era Edward Seeger) era um oficial, até se tornar Capitão de uma corveta jamaicana, depois de esta ter sido capturada por piratas, onde ainda trocou o seu apelido. Começou por pilhar e saquear no mar das Caraíbas e no Oceano Índico. Trocou depois, a corveta por uma navio maior, e deu-lhe o nome de Pearl (Pérola), em 1719. Foi então navegar para as águas de Madagáscar, depois de ter capturado duas dúzias de navios, mas foi esse o seu fim. Eles encontraram três navios, que fugiram, excepto o navio comandado por James Macrae. Os piratas venceram, e ficaram com a vida de Macrae nas mãos, mas não o mataram, pois Edward England não o permitiu. Isso enfureceu a tripulação, que se revoltou, abandonando-o na Ilha Maurícias.



Esta é uma das mais famosas bandeiras piratas: uma caveira humana e as tíbias cruzadas, em fundo negro.





Edward Teach (Barba Negra)


Edward Teach, mais conhecido por Barba Negra (Blackbeard em inglês), tinha fama pela sua crueldade, pois metia tanto medo, que todos desistiam assim que o vissem ou que avistassem a sua bandeira. E mais! Até a sua tripulação o temia!!! Ele nasceu em Bristol, em 1688, e vivia na Inglaterra antes de ser pirata. Tinha uma aparência aterrorizadora, pois, por exemplo, levava sempre um archote aceso (usado para disparar canhões) debaixo do chapéu para a batalha. Transportava normalmente, dois cintos de armas, cada com três coldres de pistola. A sua crueldade morreu com ele em 1718, às mãos do Tenente Robert Maynard.




A sua bandeira simboliza o diabo com um arpão na mão esquerda apontando para o coração, enquanto segura uma ampulhenta com a mão direita. Esses fatores indicavam ao capitão que seria abordado que o tempo acabou e que se não quisessem morrer que se entreguem.






Emanuel Wynn

Emanuel Wynn (ou Emanuel Wynne), um pirata francês de 1700, foi o primeiro bucaneiro a mostrar a hoje conhecida bandeira pirata, também chamada de Jolly Roger. (...) A Bristish Admiralty Records, em Public Records Office na apresentação do Reino Unido, mostrou numa reportagem datada a 18 de Julho de 1700, que HMS Poole, a comando do Capitão John Cranby, tirou os navios de Wynn das ilhas de Cabo Verde. Cranby perseguiu Wynn até uma cova na ilha Brava mas, auxiliado por soldados portugueses, Wynn escapou de Poole. Maior parte dos historiadores estão de acordo que os relatos de Cranby são a primeira referência à Jolly Roger, à qual Cranby descreve como "uma flâmula sombria, com uma cabeça de um morto, com ossos cruzados e uma ampulheta." Acredita-se que Wynne foi o primeiro pirata (algumas fontes consideram-no um dos primeiros piratas) a mostrar a, agora famosa, forma de uma Jolly Roger. (...) Wynn começou a sua carreira de pirata abordando navios mercantes ingleses ao largo da costa da Provincía de Carolina perto do fim do século XVII. Ele depois mudou-se para áreas mais lucrativas das Caraíbas, atacando navios espanhóis e ingleses.


Na sua bandeira encontramos uma caveira com tíbias cruzadas atrás e ainda uma ampulheta, que significa que quem avistar a bandeira, só terá mais algum tempo de vida.











John Rackham (Calico Jack)


Tem como alcunha Calico Jack, pois usava roupas feitas em calicó (calico em inglês). Ele é apenas reconhecido por estar associado com as duas melhores piratas femininas de sempre: Anne Bonny e Mary Read.


A bandeira com uma caveira e os alfangues cruzados é mais famosa que Jack

























































terça-feira, 1 de janeiro de 2008

SÃO SILVESTRE 2007



Cheruiyot fica surpreso com facilidade na vitória

Com um minuto de diferença em relação ao segundo colocado, o queniano Robert Cheruiyot disse que não esperava tanta facilidade em sua volta a São Silvestre. Nesta segunda-feira, ele conquistou o tricampeonato (ele havia vencido em 2002 e 2004) da prova após ter ficado de fora de 2006 por conta de uma contusão.




"Não esperava ganhar dessa forma. Desde o início, eu me encontrei bem na prova e corri fácil apesar do forte calor", contou o queniano, para quem um ano de ausência não foi o suficiente para perder a familiaridade com a prova e com a subida da Avenida Brigadeiro Luís Antônio.
"Eu lembrava que tinha uma parte difícil no final, mas resolvi arriscar porque estava me sentindo bem na prova. Mas não tive tantos problemas como nos outros anos", completou o queniano, que promete voltar a competir na São Silvestre no próximo ano.
Cheruiyot ainda disse que esperava uma melhor corrida do brasileiro Franck Caldeira. Ainda sem saber que o rival havia abandonado a prova, o queniano afirmou que via no brasileiro o maior adversário para conquistar a São Silvestre.
"Fiquei surpreso, porque ele parecia em muita boa forma. Os técnicos me avisaram que ele seria um grande adversário, por isso estranhei sua ausência entre os primeiros", completou.
Para finalizar, Cheruiyot disse que a largada feminina 15 minutos antes da masculina, utilizada pela primeira vez nesta edição, está aprovada. A novidade fez com que o queniano cruzasse a linha de chegada antes da vencedora feminina, a sua compatriota Alice Timbilili. É bom porque sempre tem alguém na frente para servir de referência", explicou.



Campeã, Timbilili destaca dificuldade da São Silvestre


Após ter vencido a prova da São Silvestre em sua estréia na prova, a queniana Alice Timbilili disse que estranhou a dificuldade do percurso de 15km pelas ruas de São Paulo. Mesmo assim, ela venceu a prova com certa facilidade nesta segunda-feira, com 29 segundos de vantagem para a brasileira Marizete Rezende.

"Eu achei o percurso muito difícil, com muitas subidas descidas. O final (a subida da Brigadeiro) é muito desgastante, mas eu estava preparada para vencer aqui", disse a queniana, que era apontada pelas próprias brasileiras como a principal favorita.
Timbilili ainda disse que ficou impressionada com o calor, mas ressaltou que ganhou confiança durante a prova. "Estava muito calor, mas me senti bem durante a prova. Nos primeiros cinco quilômetros andei com as outras atletas, mas depois consegui disparar", afirmou.
A queniana, no entanto, disse que o desempenho de uma brasileira foi fundamental para a sua vitória. No trecho final da prova, Marizete Rezende ameaçou encostar na campeã, o que acelerou o ritmo de Timbilili.
"Quando chegou mais perto, ela me empurrou para a chegada", conta a queniana que encerra um ano de ótimo resultados. "Fico feliz por logo na estréia ter me dado bem aqui", finalizou.



CARMEN: A MUSA DO AUTOMIBILISMO

A MODELO E PILOTO CARMEN JORDÁ




O sonho de qualquer piloto é chegar na Fórmula 1. E isso independe do sexo. Nesta sexta, seis garotas tiveram a chance de participar de um teste na equipe Campos, da Fórmula 3.
No entanto, o olhar de todas estava mais à frente. O evento contou mais como um desafio, já que a melhor será escolhida para integrar a escuderia e poderá, no futuro, acabar justamente na F-1.
As escolhidas para pilotarem o Dallara F306, em Valência (ESP), foram as espanholas Carmen Jordá e María de Villota, as suíças Natacha Gachnang e Simona de Silvestro, a tcheca Lucie Panackova e a italiana Alessandra Neri.





SITE OFICIAL: http://www.carmenjorda.com

A ESPANHOLA CARMEN JORDÁ, 19 ANOS, COMPETÊNCIA NO VOLANTE





A iniciativa, na verdade, não partiu apenas da equipe, que teve o apoio da Pepe Jeans, uma marca de roupas européia. O plano é que a melhor fique na F-3 e passe pela GP2, que funciona como uma espécie de categoria de acesso à F-1.
Se a beleza das garotas é o que chama a atenção, é importante saber que o currículo também contou.
Em 2007, Carmen foi quarta na Copa de Espanha de F-3 e María correu uma prova na WTCC, de turismo, por exemplo. Já Alessandra se divide entre as carreiras de modelo e piloto na Fórmula Azzurra.
Na sexta-feira, a melhor do dia foi Simona de Silvestro, segunda entre todos os pilotos que testaram. O espanhol Marc Gené, piloto de testes da Ferrari, foi responsável por supervisionar e passar experiência às candidatas.
A F-1 já tentou colocar mulheres na categoria, mas não teve sucesso.
A italiana Lella Lombardi, por exemplo, fez 17 provas na década de 70 e foi a única a pontuar, com uma sexta colocação em 1975. A última participação foi de Giovanna Amati, também italiana, em 1992 – ela não conseguiu classificar sua Brabham nas três etapas em que correu.